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ARTIGO: A MULHER, PERFEIÇÃO DIVINA.

Gustavo Areias de Oliveira Melo, professor de matemática, servidor público, acadêmico em direito. Vivemos em tempos de flagelo humano, atualmente, aliás, estes tempos persistem e são persistentes. Os nossos flagelos são marcas, rastros deixados ao longo da história da humanidade,...

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Gustavo Areias de Oliveira Melo, professor de matemática, servidor público, acadêmico em direito.

Vivemos em tempos de flagelo humano, atualmente, aliás, estes tempos persistem e são persistentes. Os nossos flagelos são marcas, rastros deixados ao longo da história da humanidade, desde quando se concebe a existência do ser humano, ou para adequar a linguagem às épocas remotas, desde quando se concebe a existência do homem, indivíduo humano que vale-se de sua força física, da sua altura, da sua capacidade de ação, de suas características físicas e confronta o individuo humano mulher de modo a restringi-la às atividades menores.

Não contava que, que dentre as potencialidades da mulher, há a conceptiva, que sem esta capacidade, o indivíduo humano não tornar-se-ia parte de uma coletividade de indivíduos humanos, contava menos ainda que sem a mulher, sua capacidade de raciocínio encurtava-se à caça, apenas! Afora, imaginarmos a criação dos filhotes humanos, os cuidados com o lar, a manutenção da estrutura da fortaleza, a tranqüilidade na resolução dos problemas, a amamentação dos filhotes, a gana no enfrentamento das adversidades, a capacidade de perceber o que estar por vir, a capacidade única da concepção, a capacidade igualmente única da amamentação, a capacidade, sobretudo única, da entrega absoluta do colo acalentador e terapêutico, que tem o poder de acalmar o filho ou a filha nos momentos das dores e das angustias, esperava muito menos, que seria a mulher a conceber o símbolo maior do amor e da caridade, somente a mulher Maria pôde conceber Jesus Cristo.

Em tempos modernos, atuais, chocamo-nos em assistir as violentas ações, notadamente praticadas por homens, contra as mulheres. Ações que degradam, ferem, as fazem vítimas das suas atitudes violentas, por vezes mutilando-as, transtornando-as ou ceifando as suas vidas, ante as atitudes desta natureza, o que deveríamos espera?

2018 anos após o nascimento de Jesus Cristo, há significativos números de violência contra as mulheres, ao tempo em que este indivíduo humano feminino busca participar da vida profissional de modo a contribuir financeiramente com as despesas do dia-dia, naturais do capitalismo, submetendo-se às explorações do capital, do mercado hegemônico e excludente de predominância masculina.

Não bastando as longas e intermináveis tarefas abominadas pela espécie masculina, pelo fato objetivo e simples deles não terem condições de cumpri-las, as mulheres, as cumpre com maestria, destacam-se no mundo externo ao da fortaleza, transformando-o de maneira otimizada e produtiva, contribuindo com brilhantismo para a perfeição dos resultados a que se destinam, sem aparentar cansaço ou fadiga, sem apresentar ares de competição, mas, contrário a estas características, sendo solidárias aos grupos com os quais trabalham, doando-se de maneira absoluta ao que lhe cabe, bem como apresentando absoluta solicitude aos que apresentam dificuldades.

Além de todos estes fatos, a mulher é bela, harmônica, perfumada, ser único capaz de gerar, amamentar, criar, educar, além disso tudo, é a mulher o individuo humano que, delicadamente, ajusta e regula a conduta humana das mais difíceis, sem contudo precise falar. Apenas com os gestos e com a inteligência é capaz de resolver, ajustar, consertar, educar, conceber.